Há uma história de um missionário que foi para determinada região da Índia, a fim de evangelizar. Ele se preparou nos melhores seminários, estudou, construiu um templo muito aconchegante e atrativo, e nada. Ficou um ano fazendo visitas, boas obras, pregando, e nada. No terceiro ano, estando deprimido, foi quando um servente do local se aproximou, começou a fazer algumas perguntas sobre Deus e ele despretensiosamente foi respondendo.
Depois de um mês, varredor se aproximou dele e disse: “Pastor, considerei tudo o que o senhor me falou. Reconheço-me um pecador; sei que a salvação é apenas através do sacrifício de Jesus na cruz, e, sendo assim, abro meu coração para Ele, entrego minha vida a Seu serviço, e agora desejo ser batizado”. O pastor desesperou: “Era só o que me faltava! Você pertence à pior casta (classe) desta terra, e agora se converte. Se ninguém queria me ouvir antes, agora é que não vão querer mesmo. Não diga a ninguém que você se converteu e nem mesmo pense em pedir para eu batizá-lo”. Todavia, pressionado pela esposa, aquele pastor decidiu batizar o rapaz às escondidas.
Então advertiu a ele: “Por favor, não diga a ninguém que você é crente”. Porém o jovem indiano, cheio de amor de Deus, não podia se conter, não podia reter a fonte de água viva que jorrava de dentro de si, e pensou: “O pastor vai me desculpar, no entanto outras pessoas precisam conhecer a verdade”. E assim foi evangelizando. Depois de uma semana sem aparecer na missão, o pastor pensou que ele havia ido embora.
Foi quando o indiano apareceu com outras 10 pessoas para serem batizadas. O pastor não acreditou. Um mês depois, este número já tinha triplicado, e assim por diante. Cada um dá o fruto para o qual foi destinado. O indiano ganhou milhares de pessoas para Jesus, e o pastor ganhou o indiano para Jesus.
Não despreze a ação de Deus na sua vida. Às vezes, parece que você faz pouco, contudo não é verdade. Uma alma vale mais do que o mundo inteiro: “Pois, que aproveitará o homem se ganhar o mondo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16.26)




